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Apresentação: Marcos Soares

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20 junho 2016

Médicos de hospital de Porto Seguro entram em greve

Os médicos do Hospital Luiz Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, entraram em greve por tempo indeterminado, nesta segunda-feira (20), conforme informações do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindmed). A unidade, que é estadual, é administrada por uma empresa terceirizada. Segundo o presidente do Sidmed, Francisco Jorge Silva Magalhães, serão mantidos apenas os serviços considerados de urgência, onde há risco de vida. Magalhães ressaltou que todas as autoridades envolvidas na questão foram antecipadamente comunicadas sobre a paralisação, mas até o momento o sindicato não recebeu nenhum retorno. Em nota encaminhada para a imprensa, o Sindmed ressalta que, há exatos um ano, os médicos de Porto Seguro iniciavam um movimento por melhorias nas condições de trabalho, regularidade no pagamento dos salários, entre outras reivindicações. “As condições se não estão piores, em nada melhoraram, colocando em risco a vida dos que procuram aquela unidade. A sensação entre os profissionais é de que foram usados em sua boa fé. No momento, os médicos estão sem receber os salários de abril”, destacou a nota, salientando que após a greve de 2015 e com a troca da administração do hospital, realizada pela Sesab, em agosto de 2015, era esperado que essas situações fossem normalizadas. Na nota, os médicos ligados ao Sindimed pedem a compreensão da população “nessa nova etapa” de negociações. Na pauta de reivindicações do sindicato estão condições adequadas de trabalho, pagamento de todos os meses em atraso e garantias de normalização dos salários. A assessoria jurídica do Hospital Luis Eduardo Magalhães também encaminhou um comunicado à imprensa onde informa que “a greve deflagrada pelos médicos da unidade, nessa segunda-feira (20), não afeta os atendimentos aos pacientes internados e nem os casos de urgência e emergência, uma vez que são considerados serviços assistenciais, essenciais e ininterruptos. O IGH, que administra o hospital e a SESAB já estão buscando regularizar o pagamento dos profissionais para restabelecer as atividades normais”. (Radar64)

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