O Ministério Público Federal (MPF) cobra providências no fornecimento da medicação profilática e emergencial a coagulopatas e hemofílicos na capital federal.A comercialização de sangue e de hemoderivados é proibida em todo país e somente o poder público pode adquirir o insumo. Com o lapso no fornecimento, os pacientes não conseguem se tratar.Após seis meses de investigação, o procurador regional da República Ronaldo Albo denunciou o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, o ex-titular da pasta Fábio Gondim, a presidente da Fundação Hemocentro, Miriam Daisy Calmon, e o coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, João Paulo Baccara pelas falhas. Eles vão responder pelo crime de desobediência e exposição de paciente a risco de morte.A ação penal vai tramitar no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, sob a relatoria da desembargadora Neuza Maria Alves.Segundo a investigação, o cenário se agravou a partir de janeiro deste ano.
Seja um apoiador
Postagem em destaque
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário