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14 junho 2016

Professora é ameaçada e agredida em escola: 'Vai morrer'

Até alunos acostumados a faltar aula apareceram no Colégio Estadual João Kopke, em Piedade, Zona Norte da cidade, na noite desta segunda-feira. Todos os estudantes estavam com a mesma preocupação: as provas, de espanhol, português e inglês. No entanto, por volta das 21h, a apreensão dos alunos passou a ser com outra coisa. "Está querendo reagir ao assalto? Vai morrer!", ouviu uma professora do 2º ano do Ensino Médio, identificada apenas como Fátima, de um homem armado que entrou em sua sala. Acompanhado de outros três comparsas, o criminoso promoveu um verdadeiro arrastão na escola. Monique Mendonça, 30 anos, irmã M. M., de 17 anos, aluna do 2º ano do Ensino Médio, disse como tudo ocorreu. "Eles entraram e anunciaram o assalto. Dona Fátima escondeu a bolsa debaixo da mesa, mas o bandido acabou vendo. Ele disse que ia matá-la e deu uns tapas na cara dela e um pontapé no joelho", narrou. Segundo Monique, somente na sala de sua irmã, os criminosos roubaram todos dos telefones dos cerca de 30 alunos, além de bolsas e carteiras com dinheiro. "Quem não der vai morrer", ameaçava a todo tempo o bandido, enquanto esperava que um aluno recolhesse o material para lhe entregar. Ainda de acordo com Monique, sua mãe não quer mais que a sua irmã vá à escola. "Ela deve fazer a transferência ainda hoje", prometeu. De acordo com Alessandra Soares, 36 anos, mãe do aluno do 1º ano do Ensino Médio, P.J., de 17 anos, os assaltos na região são contantes. Ela foi à escola nesta manhã cobrar uma explicação da direção da unidade e soube que uma reunião de pais foi marcada para a noite desta terça-feira para discutir a questão da violência na região. "Dependendo do que for falado, também devo tirar meu filho desse colégio", adiantou. Alessandra disse ao DIA que, há aproximadamente duas semanas, o colégio foi palco de um tiroteio. "Um homem, que não era aluno, durante uma fuga entrou na escola e foi perseguido por bandidos armados, que queriam matá-lo. Eles realizaram disparos no meio do pátio do colégio", denunciou. Cunhado de uma aluna da instituição, o motoboy J. V. O. falou que os assaltos na escola e na região são constantes. "Bandidos ficam de moto armados na porta do colégio à espera de uma vítima para assaltar. Tem estudante que já foi roubado de duas a três vezes numa mesma semana e pelo mesmo bandido. Moradores da rua e alunos começaram a andar com dois telefones no bolso, um velho para entregar ao ladrão e o novo, que utilizam", falou. (O Dia)

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