Sidmar Soares Santos (Bolota), 31 anos, foi transferido do Conjunto Penal de Itabuna para o Presídio de Serrinha na tarde de ontem (25). Bolota, que ficou preso por vários anos no presídio federal de segurança máxima de Campo Grande, em Mato Grosso. cumpre duas condenações por morte do comerciante Juvenal Nonato de Oliveira, em 2009 e do detento da carceragem do Complexo Policial de Itabuna Robson Bispo de Souza, o Binho Noia, em dezembro de 2005. Em 12 de maio deste ano ele foi condenado, por homicídio, a 16 anos e quatro meses de prisão, em regime fechado. Bolota matou, com a ajuda dos comparsas, o detento Binho Nóia. O crime aconteceu no dia 25 de dezembro de 2005, dentro de uma das celas da extinta carceragem do Complexo Policial de Itabuna, palco de uma rebelião na época. A rebelião teria sido iniciada por Deolino (Porquinho). Armado com um revólver, ele rendeu um agente público e um policial militar. Na ocasião, Porquinho era o responsável pela alimentação e limpeza do local. O preso ordenou que o agente entregasse as chaves da cela e diante de uma recusa, atirou contra o policial, que levou dois tiros. Em seguida, Porquinho rendeu o PM, que teve a arma tomada pelo criminoso. Em questão de minutos, os presos da Ala A derrubarem a parede de acesso à Ala B. Nessa hora, Binho Nóia foi assassinado barbaramente com golpes de chunchos (facas artesanais). A vítima sofreu, ainda, várias queimaduras nas pernas e nos braços, teve dentes quebrados e dois dedos arrancados. A crueldade foi tanta que os criminosos ainda colocaram um dos dedos dentro da boca do interno assassinado. O motivo do crime teria sido vingança. Binho Nóia estaria envolvido na morte de um primo dos acusados. Os comparsas de Bolota no assassinato de Binho Noia foram identificados como Ricardo Souza Batista (Barriga). Ele acabou morrendo em troca de tiros com a polícia. O outro é o primo de Ricardo, Ivanildo Souza Nascimento (Guiodai), executado aos 29 anos no bairro São Caetano. Bolota negou as acusações. Assumiu apenas um homicídio, do qual foi condenado em 2011. MUDANÇA - O Coronel Osíris está respondendo pela direção do Conjunto Penal de Itabuna, desde ontem (25), em lugar do também militar capitão Adriano Jácome. O diretor saiu de férias, mas comenta-se que ele não deva reassumir o cargo no retorno. Estaria desgastado por causa de atritos com as polícias militar e civil, além de judiciário, advogados e Ministério Público.
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