Dois bombeiros acusados de praticar sexo oral no Hospital Central Aristarcho Pessoa, da corporação no Rio, foram para o banco do réus. A denúncia do Ministério Público foi recebida pela juíza da Auditoria da Justiça Militar, Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros. A pena de detenção varia de seis meses a um ano. A audiência está marcada para 13 de dezembro, às 14h45. O escândalo sexual movimentou o Corpo de Bombeiros. É que um suboficial praticou sexo oral em um cabo, a princípio sem o consentimento dele. Mas, para o Ministério Público, os dois praticaram o ato em conjunto, na noite do dia 13 para 14 de novembro de 2015. Ou seja, um quis, e outro permitiu. Como o local é uma unidade militar, os dois respondem. (O Dia)
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