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Apresentação: Marcos Soares

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21 novembro 2016

Esquema de Sérgio Cabral teve propina paga no exterior

Os investigadores da Lava-Jato no Rio esperam que uma nova remessa de delações premiadas — a começar pela Odebrecht, provavelmente esta semana — amplie o conjunto de provas e os personagens envolvidos no esquema de propinas comandado pelo ex-governador Sérgio Cabral. Uma das informações mais quentes é esperada de Benedicto Júnior, ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, e de Leandro Andrade Azevedo, ex-diretor da empreiteira no Rio: as contas internacionais do esquema, nas quais a empresa teria depositado regularmente a taxa de 5% cobrada por Cabral pelas grandes obras que executou no estado. O ex-governador e outros nove integrantes do esquema foram presos, na quinta-feira, durante a Operação Calicute, após terem sido delatados por executivos das construtoras Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia. Já a próxima remessa de delações, além dos mais de 60 executivos da Odebrecht, prevê acordos com Fernando Cavendish, da Delta Construções, e com Reginaldo Assunção, diretor da OAS-RJ. A Odebrecht atuou, durante o governo Cabral (2007-2014), em praticamente todas as obras públicas importantes, como a reforma do Complexo do Maracanã e a construção do Arco Metropolitano, da Linha 4 e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Orçada inicialmente em R$ 700 milhões, a obra do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014 saltou para R$ 1,2 bilhão após receber 14 termos aditivos. Se a Odebrecht, que liderou o consórcio construtor formado pela Delta e pela Andrade Guitierrez, confirmar que também pagou 5% de propina, esse valor representará um suborno estimado em R$ 60 milhões.

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