
Para o delegado Giniton Lages, titular da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), a comoção gerada pela morte de policiais militares acaba acelarando as investigações destes crimes. A especializada já solucionou mais da metade dos 29 casos que aconteceram na Baixada este ano. Confira abaixo a entrevista com o delegado.Investigamos aqui, majoritariamente, três tipos de casos. Policiais que morrem em serviço em confronto com bandidos; agentes de folga que reagiram a algum assalto — contra ele ou contra outra pessoa — e policiais vítimas de execuções. Nesse último caso, há tanto agentes que confrontaram grupos criminosos, tráfico ou milícia, quanto aqueles que desagradaram por algum motivo esses grupos.A morte de um policial gera uma comoção grande no nosso meio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário