Pela segunda vez em menos de um ano, o Conselho Regional de Medicina (CRM) determina a interdição médica do Hospital Regional do Paranoá. A falta de médicos anestesiologistas levou à suspensão dos serviços. Apenas 14 profissionais fazem o trabalho no centro cirúrgico, enquanto deveria haver pelo menos 28. O pior cenário na unidade médica é no setor de ortopedia. Segundo levantamento do Sindicato dos Médicos (SindMédico), pacientes de emergência aguardam mais de 30 dias para fazer as cirurgias.A Secretaria de Saúde transferiu os pacientes que esperam por cirurgia para outras unidades da rede pública. "O problema afeta não só o Hospital do Paranoá, mas toda a rede pública. As tentativas de solucionar a carência têm se frustrado porque as vagas que foram abertas em concursos anteriores, tanto para cargos efetivos quanto para temporários, não foram preenchidas", justificou a pasta nesta sexta-feira (18/8). Não há data para o problema ser soluconado.
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