"Antes dela sair eu falei: 'Deus lhe acompanhe', mas ela nunca mais voltou", essa foi a última frase que a irmã da recepcionista Marília Matércia Sampaio de Andrade, 32 anos, disse à vítima antes dela ser encontrada morta com marcas de violência sexuais na Estrada do CIA-Aeroporto, na manhã deste sábado (30). Marília era solteira e mãe de um garoto de três anos.De acordo com a irmã, a cabeleireira Andreia Sampaio, 57 anos, Marília saiu de casa, na Rua Eduardo Magalhães, em Itapuã, às 7h, até um ponto de ônibus que fica a 10 minutos da casa onde as duas moravam juntas há cinco anos. Dali, a recepcionista deveria pegar um ônibus até o trabalho, em um edifício comercial na Avenida Antônio Carlos Magalhães. Mas não chegou. Os familiares foram informados por volta das 9h que o corpo dela havia sido encontrado na rodovia. "Antes de sair, ela me pediu quatro reais emprestado e disse que me pagaria logo que voltasse. Mas não voltou mais", lamenta.
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