Não começou com o pé direito a relação do novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, com os parceiros do Ministério Público. Procurador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima ironizou, via Facebook, declaração polêmica de Segovia. "Uma pergunta: Quantas malas de dinheiro são suficientes para o novo diretor-geral da Polícia Federal?", questionou Lima.A cutucada se refere à crítica de Segovia à Procuradoria-Geral da República, que, na gestão de Rodrigo Janot, denunciou pela primeira vez o presidente por corrupção passiva no caso da mala dos R$ 500 mil que a JBS pagou para o ex-assessor especial de Temer, Rodrigo Rocha Loures. As duas denúncias da PGR foram barradas na Câmara dos Deputados. Depois disso, Temer indicou Segovia, benquisto por metade de seu partido, o PMDB.
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