
A abertura de casas que exploram jogos de azar no Rio Grande do Sul e o crescente interesse de investidores internacionais em explorar o mercado no país aqueceram o debate sobre o tema. As discussões sobre a liberação de cassinos, bingos, jogo do bicho e caça-níqueis, que estavam em ritmo lento no Congresso, ganharam fôlego — projeto que tramita no Senado deve ter parecer lido nesta quarta-feira (6) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).No entanto, pressões da bancada evangélica e resistências de quem acredita em aumento da lavagem de dinheiro e do vício em jogos mantêm o assunto em suspenso. Entusiastas das apostas projetam arrecadação de R$ 18 bilhões por ano em tributos.O relator do texto que está no Senado, Benedito de Lira (PP-AL), indica a exploração de jogos a partir de outorgas reguladas pela União.
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