Trabalhadores de três oficinas que produzem roupas para as marcas Animale e A.Brand, pertencentes ao Grupo Soma, foram encontrados em situação análoga à escravidão por uma equipe da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego e auditores da Receita Federal. Imigrantes bolivianos, os costureiros cumpriam jornadas superiores a 12 horas diárias na região metropolitana de São Paulo.O pagamento dos trabalhadores era feito por peça produzida. Eles recebiam, em média, R$ 5 por cada produto finalizado. Nas lojas da Animale e A.Brand, as mesmas peças chegavam a ser vendidas por até R$ 698, de acordo com os fiscais do trabalho que encontraram os bolivianos. A operação foi realizada no mês de setembro.
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