Para as mães sentadas na sala do Centro Judiciário Solução Consensual de Conflitos (Cejusc), no Fórum das Famílias, bairro de Nazaré, a espera é um ato de inquietação. Elas olham para o relógio, checam se há alguma chamada no celular, a impaciência é perceptível.E, para algumas, nem sempre aquele que pode ser o pai dos filhos delas aparece para realização de exames de DNA ou reconhecimento de paternidade no projeto Pai Presente.Na manhã desta sexta-feira, 26, na primeira edição do projeto em 2018, foi realizado mutirão para exames de DNA e reconhecimento de paternidade espontânea. No fórum, havia 40 famílias agendadas para fazer exame e 11 para realizar a abertura do exame de DNA.O processo começa quando as partes entram em contato com a Cejusc. Após o encaminhamento do formulário, a solicitação é atendida e uma data é marcada. Porém, segundo a representante do órgão, Viviane Chaves, durante os dias em que os mutirões são realizados, também são atendidos os que não realizaram agendamento, bastando a presença da mãe e do suposto pai para realizar o reconhecimento.
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