
Sirlene Da Costa Oliveira, de 55 anos, perambulou com a filha. A moça, de 20 anos, estava com falta de ar e desmaiando. Moradora do Cesarão, foi primeiro na Coordenação de Emergência Regional (CER) Santa Cruz, a entrada de emergência do Hospital municipal Pedro II. Não conseguiu ser atendida. Seguiu, então, para a UPA Paciência. Em vão também. O jeito foi rumar em direção ao Hospital municipal Albert Schweitzer. Esse é um trajeto comum dos pacientes da Zona Oeste: sem atendimento adequado nas redondezas, acabam na unidade de Realengo, que acaba sobrecarregada.— No Albert demora, mas atende — explica Sirlene, que precisou percorrer 31km até a unidade, mas viu a filha ser internada por dois dias com infecção urinária e anemia grave e depois receber alta para continuar o tratamento em casa.
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