
A menina de 7 anos, moradora da periferia de Itabuna, assiste a uma palestra na escola – alertando de forma lúdica sobre os sinais de um possível abuso sexual. Ela incorpora a mensagem e decide revelar à diretoria as cenas de pavor que vive em casa. O pai, aquele que deveria protegê-la de qualquer perigo, é o próprio causador do pânico a rondar dias e noites num lar despedaçado. Estamos falando de um caso real, devidamente comunicado pelo colégio ao Conselho Tutelar.Como nesta sexta-feira (18) transcorre o Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o Diário Bahia traz um breve panorama dos casos que chegam ao referido Conselho. Nos primeiros meses de 2018, o órgão recebeu 32 denúncias de abuso sexual. No ano passado, foram 63. Após a confirmação pelos órgãos competentes, o agressor é preso e a vítima passa por acompanhamento.
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