Até o último dia 5 de maio, Pernambuco registrou 594 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), condição que pode ser provocada por diversos agentes (como vírus e bactérias) e é caracterizado pela necessidade de internação de pacientes com febre, tosse ou dor de garganta associado à dispneia ou desconforto respiratório. Desse total, 22 óbitos tiveram resultado laboratorial positivo para H1N1, 11 para H3N2 e 1 para vírus sincicial respiratório (VSR). Além disso, foram registradas seis mortes de SRAG com resultados laboratoriais confirmados para gripe – cinco de H1N1 e um de H3N2. No último boletim, que inclui dados até 28 de abril, havia o registro de três óbitos. Ou seja, o número de mortes dobrou em uma semana.Nas últimas semanas, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) observou uma média semanal de 75 casos de SRAG (anteriormente, a média era 50; houve um incremento de 50%).
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