O Ministério Público Estadual requereu, nesta quarta-feira (2), o adiamento do julgamento de quatro acusados da morte do radialista ilheense Ronaldo Santana de Araújo, ocorrida em 9 de outubro de 1997. Em comunicado enviado ao juiz Otaviano Andrade Sobrinho, da 1ª Vara Crime da Comarca de Eunápolis, o promotor Dinalmari Messias, informa a impossibilidade da presença do promotor designado para o caso, Davi Gallo Barouch. “O dr. Davi Gallo Barouch informou que tinha nesse dia compromissos firmados na sua promotoria de titularidade e que não pode fazer o júri nos meses de maio e junho de 2018”, diz no documento.
Juiz titular da ação penal, Otaviano Andrade pode indeferir o pedido e determinar que o Ministério Público apresente outro representante para atuar na acusação ou aceitar o pedido do Ministério Público. O júri popular, marcado para 14 de maio, a partir das 8h30, no Fórum Desembargador Mário Albiani, no bairro Dinah Borges, tem previsão de duração de três dias. Pelo menos 14 testemunhas foram arroladas. São apontados como autores intelectuais o ex-prefeito de Eunápolis, Paulo Ernesto Ribeiro da Silva, o Paulo Dapé, Valdemir Batista de Oliveira, o vereador Dudu, o advogado Antônio Oliveira Santos (Toninho da Caixa) e a sacerdotisa Maria José Ferreira Souza, conhecida como Maria Sindóia. Na ocasião do crime, todos esses eram funcionários comissionados da Prefeitura de Eunápolis. O crime teve como executor o ex-policial militar Paulo Sérgio Mendes Lima, que já foi julgado, condenado e cumpriu pena. Os acusados foram apontados por Paulo Sérgio e são denunciados pelo Ministério Público como mentores intelectuais do assassinato do radialista, que na época tinha 37 anos. Todos negam a acusação. O júri já foi suspenso mais de cinco vezes, a última data foi dezembro de 2016, como consequência de uma liminar do desembargador Pedro Augusto da Costa, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). (Radar64)
Juiz titular da ação penal, Otaviano Andrade pode indeferir o pedido e determinar que o Ministério Público apresente outro representante para atuar na acusação ou aceitar o pedido do Ministério Público. O júri popular, marcado para 14 de maio, a partir das 8h30, no Fórum Desembargador Mário Albiani, no bairro Dinah Borges, tem previsão de duração de três dias. Pelo menos 14 testemunhas foram arroladas. São apontados como autores intelectuais o ex-prefeito de Eunápolis, Paulo Ernesto Ribeiro da Silva, o Paulo Dapé, Valdemir Batista de Oliveira, o vereador Dudu, o advogado Antônio Oliveira Santos (Toninho da Caixa) e a sacerdotisa Maria José Ferreira Souza, conhecida como Maria Sindóia. Na ocasião do crime, todos esses eram funcionários comissionados da Prefeitura de Eunápolis. O crime teve como executor o ex-policial militar Paulo Sérgio Mendes Lima, que já foi julgado, condenado e cumpriu pena. Os acusados foram apontados por Paulo Sérgio e são denunciados pelo Ministério Público como mentores intelectuais do assassinato do radialista, que na época tinha 37 anos. Todos negam a acusação. O júri já foi suspenso mais de cinco vezes, a última data foi dezembro de 2016, como consequência de uma liminar do desembargador Pedro Augusto da Costa, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). (Radar64)
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