
O avanço da violência no campo desde a última eleição presidencial, em 2014, levou representantes do agronegócio nacional a elegerem o tema da segurança pública como um dos principais entraves para o desenvolvimento do setor e também um dos maiores desafios para os pré- candidatos que buscam apoio e voto dos produtores agrícolas. Na pauta de reivindicações estão a expansão de programas de patrulha rural, a criação de delegacias especializadas e a abertura de um debate sobre a flexibilização do Estatuto do Desarmamento.Com a tecnologia empregada hoje no campo, a preocupação dos agricultores e pecuaristas deixou de ser o risco de ter suas propriedades invadidas por movimentos sem-terra para a possibilidade de ver seus investimentos em maquinário e insumos, por exemplo, serem perdidos em roubos praticados por quadrilhas especializadas.
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