Na quadra, Brasil de verde, amarelo e azul. Para fazer gol vale tudo: pé, mão, cabeça e até as rodas da cadeira. A bola, gigante, foi a estrela da vez, feita especialmente para crianças e adolescentes que pela primeira vez entravam em quadra para sentir o sabor da disputa. Na segunda Copa da Associação Mineira de Reabilitação (AMR), todos saíram vencedores de uma competição própria, na qual obstáculos e limitação de movimentos perdem de goleada para a superação. “No fim, todos ganham medalha de ouro, porque não há um único vencedor”, afirma a superintendente da AMR, Márcia Castro.A copinha é organizada pela equipe de esporteterapia e pelo corpo de voluntários da instituição, que atende crianças e adolescentes com diversos graus de deficiência e paralisia cerebral. Por dia, 80 crianças se revezaram em partidas que duram quatro minutos.
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