Uma auditoria especial feita em contratos médicos, convênios e prestação de serviços de janeiro a dezembro de 2017, da Fundação de Atenção a Saúde Itabuna - Fasi, que faz a gestão do Hospital de Base Luis Eduardo Magalhães, apontou diversas irregularidades. No relatório que o iPolítica teve acesso, foram identificados pelos auditores, pagamentos feitos a empresas que diferem de acordo com o mês e que diferem dos valores dos contratos, pagamentos de plantões a mais do que o trabalhado, contrato com empresas sendo que já existia outra contratada que desempenhava a mesma função, dentre outras não menos graves. O relatório, assinado pelo procurador-geral e o controlador do município, além de uma médica e uma enfermeira auditoras e um membro da comissão, concluiu que foi verificado que os processos de pagamentos não são transparentes, pois são realizados de forma aleatória e sem fiscalização. A auditoria recomenda que o relatório seja encaminhado para os órgãos competentes visando a elisão do dano e/ou improbidade ocorrida com recurso federal, bem como, após uma auditoria contábil, a devolução do recurso recebido a maior pelas empresas contratadas, e que todos os servidores envolvidos sejam afastados até a conclusão final. (Ipolítica)
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