
Em maio, a dívida pública bruta atingiu um patamar inédito: 77% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 5,133 trilhões, conforme dados do Banco Central (BC). No entanto, se fosse utilizada a metodologia do Fundo Monetário Internacional (FMI), que considera na conta os títulos do Tesouro Nacional na carteira do BC e que somaram R$ 595 bilhões no quinto mês do ano, ou 8,9% do PIB, esse dado seria muito pior. Chegaria a 85,9% do PIB, percentual acima da média dos países europeus e muito próximo aos 87% do PIB previstos pelo fundo para a dívida pública bruta brasileira no fim deste ano.O especialista em contas públicas Fabio Klein, da Tendências Consultoria, faz um alerta sobre esse aumento acelerado da dívida, apesar de ter previsões mais conservadoras do que as do FMI.
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