
A postura controversa dos magistrados envolvidos no pedido de habeas corpus ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) expôs a crescente politização do Judiciário e gerou pelo menos sete denúncias ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).Alvos das representações, o juiz Sergio Moro e o desembargador Rogério Favreto terão de explicar as decisões tomadas no domingo, quando usaram despachos judiciais na troca de farpas que permeou a manutenção da prisão do petista. Até o final da noite desta segunda-feira (9), Favreto era alvo de oito denúncias, uma delas assinada por mais de cem integrantes do Ministério Público e do Judiciário. Já Moro teve contra si duas queixas, uma delas de um cidadão do interior do Paraná. A inquisição não deve se esgotar tão cedo e promete ser mais ampla.
Nenhum comentário:
Postar um comentário