
Há algo de diferente nas eleições de 2018: faltando pouco menos de um mês para o primeiro turno, as ruas estão vazias de manifestações em apoio a candidatos. Onde já houve carreatas, cartazes em muros, bandeiraços nas esquinas e carros com adesivos, desponta um cenário de apatia. Estrategistas ligados aos candidatos a governador no Rio Grande do Sul afirmam, em uníssono, que está mais difícil conquistar o eleitor. Para analistas, a explicação passa pelo desencanto com políticos após denúncias por corrupção e um maior aperto na lei eleitoral.Nas ruas de Porto Alegre, vê-se apenas a militância articulada em eventuais bandeiraços em parques ou antes de partidas de futebol.
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