
De dentro de um pequeno quarto de janelas trancadas, fica difícil ver luz. Ainda mais quando, dentro desse quarto, um homem entra e abusa sexualmente de uma criança. Para piorar, fora do quarto, as brigas, agressões e o movimento de drogas. O cenário que parece um pesadelo era a realidade de Gabriela*, que hoje tem 18 anos e sonha em ser professora, “para cuidar das crianças”.Mas a triste situação da jovem não é tão peculiar assim. Muitas crianças sofrem diariamente esses tipos de abusos. Só nos primeiros seis meses de 2018, o canal de denúncias de violências, o disque 100, criado pelo Ministério dos Direitos Humanos, recebeu 780 ligações alertando para casos de agressões e vulnerabilidades de crianças e adolescentes no Distrito Federal.
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