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Apresentação: Marcos Soares

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12 agosto 2020

Recados de Paulo Guedes têm endereço certo: o presidente

O ministro Paulo Guedes mandou recados após os pedidos de demissão dos seus secretários. O endereço era certo: o presidente Jair Bolsonaro. Nesta manhã, o presidente defendeu o teto de gastos e as privatizações. Guedes disse que os insatisfeitos deixam o governo. Indica, assim, que ele pode insistir no cargo, mas que poderá desistir também se estiver insatisfeito. A outra mensagem é que os conselheiros que defendem furar o teto de gastos estão empurrando o presidente para a zona do impeachment. Foi importante o vice-presidente Hamilton Mourão também se manifestar. Esta manhã, ele falou que a situação das contas públicas é péssima e que o teto de gastos é a âncora fiscal do país.
O vice foi militar, e parte da pressão por mais gastos vêm de colegas dele que hoje ocupam cargos no governo. Mourão defende o controle de gastos há tempos. Mas, dentro do governo, além dos militares, também há civis que defendem aumentar as despesas e driblar o teto, como o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Na entrevista de terça-feira, o próprio ministro Paulo Guedes falou em "debandada" na sua pasta. Salim Mattar deixou a Secretaria de Desestatização e Privatização porque comandava um programa inexistente. Foram vendidas apenas participações que pertenciam ao BNDES e a empresas estatais. Paulo Uebel saiu da Secretaria de Desburocratização, Gestão e Governo Digital após formular a proposta de reforma administrativa, que não saiu da gaveta do presidente. Ele foi o obstáculo. Bolsonaro pediu para que a proposta fosse refeita, recebeu a nova versão e não enviou o projeto para o Congresso. Ele não fez nenhum esforço para que as pautas liberais avancem. Veja os oito homens que deixaram a Economia na gestão Guedes: Paulo Uebel, Salim Mattar, Rubem Novaes, Joaquim Levy, Mansueto Almeida, Marcos Cintra, Marcos Troyjo e Caio Megale.

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