O Maranhão entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que o estado seja autorizado a deflagrar e elaborar o plano de vacinação contra a Covid-19 e que a União dê auxílio financeiro para aquisição das vacinas. O estado quer comprar as vacinas diretamente de fabricantes estrangeiros, sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em rede social, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), disse que o pedido foi protocolado ontem no STF. "Ingressei ontem com ação judicial no Supremo. Objetivo é que estados possam adquirir diretamente vacinas contra o coronavírus autorizadas por agências sanitárias dos Estados Unidos, União Europeia, Japão e China. Com isso, estados poderão atuar, se governo federal não quiser". No pedido, para que a União conceda auxílio financeiro para a aquisição das vacinas, o estado sugere como alternativa compensar as despesas com abatimento de dívidas com a União. Na ação, o Maranhão pede também que o governo federal "se abstenha de praticar qualquer ato no sentido de restringir a adoção" de providências para a imunização da população. O documento alerta que o Brasil já contabilizava, em 7 de dezembro, 6.602.942 casos confirmados de Covid-19 e 176.962 mortes. "Números que tem apresentado tendência de alta nos últimos dias, indicando que podemos estar diante de uma segunda onda de infecções no País, razão pela qual é mais que urgente que se estabeleça uma estratégia concreta para imunização da população", diz o texto. Após o governador de São Paulo, João Doria, apresentar plano de vacinação para o dia 25 de janeiro, governo brasileiro informou ontem que avançou nas tratativas para a compra de 70 milhões de doses da vacina da farmacêutica americana Pfizer, com previsão de serem fornecidas em 2021. (G1)
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