Nesta terça-feira (5), Raul de Jesus Santos, réu confesso do assassinato de Felipe Iago Santana, foi condenado pela Justiça a 14 anos de prisão, a serem cumpridos em regime fechado. O crime ocorreu em setembro de 2020 e teve ampla cobertura do Verdinho Itabuna. (Relembre aqui a matéria do homicídio). Raul foi preso oito dias e alegou não estar arrependido (Confira aqui entrevista do assassino). Ele está atrás das grades desde então. O crime, à época, teve grande repercussão e gerou significativa comoção social. A vítima namorava a enteada do assassino, e uma série de desavenças entre os dois e culminando nas relações familiares, teria motivado Raul e descarregar um revólver de calibre. 38, a queima roupa, em Felipe, na loja da família da vítima, na presença do pai, que ainda tentou socorrer o filho, conduzindo-o na carroceria de um automóvel pick-up para o Hospital de Base de Itabuna, mas o jovem não resistiu. Depois da morte de Felipe, a mãe dele desenvolveu um quadro clínico de depressão, e deixou a Bahia para viver em outro Estado. O pai, que presenciou tudo, fechou aquela unidade de estabelecimento comercial, pois não suportava trabalhar diariamente no local onde o filho foi brutalmente assassinado, e ter que lidar com lembranças tão cruéis.
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