
Um choque de competitividade. Esta é a agenda que Paulo Skaf tem pleiteado junto ao governo federal e um dos motivos da aproximação do executivo com o Palácio do Planalto. A emblemática redução das tarifas de energia foi o principal fruto dessa relação. “Uma guerra” que a Fiesp travou por três anos e que foi vencida no final de 2012. Agora, afirma, é preciso reduzir a burocracia e a complexidade tributária. O segundo tema já está sendo tratado no Congresso, com a proposta de mudança da alíquota interestadual do ICMS. A primeira ainda carece de iniciativas. Mas o que tem sido feito até aqui, garante, já é suficiente para que a indústria registre números positivos este ano. Para os próximos, a agenda passa até pela sua candidatura ao governo do Estado de São Paulo. Segundo ele, é preciso uma cara nova no Palácio dos Bandeirantes para devolver ao estado seu caráter de referência.
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