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Rádio Itabunense
Postagem em destaque
01 julho 2026
Itabuna e Ilhéus lideram repasses do FPM no Sul da Bahia e já acumulam R$ 126 milhões em 2026
13 maio 2026
Itabuna e Ilhéus são beneficiadas com cerca de R$ 5 milhões no primeiro repasse do FPM de maio
02 maio 2026
Petrobras aumenta em 18% o querosene de aviação, e passagens devem ficar mais caras em breve

A Petrobras atualizou nesta sexta-feira, 1, a sua tabela de preços para o Querosene de Aviação (QAV) produzido em suas refinarias e informou, em nota, que o novo reajuste equivale a um aumento de 18%, ou 1 real a mais por litro, no preço médio do combustível que abastece aviões e helicópteros.
04 setembro 2025
Receita antecipa pagamento do último lote da restituição do IR
Ao contrário do previsto, não será pago um quinto lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física, referente às declarações do exercício 2025. Todas as restituições entregues dentro do prazo e que não apresentaram inconsistências já foram pagas.
30 agosto 2025
Governo Lula apresenta Orçamento de 2026 com salário mínimo de R$ 1.631 e meta de superávit 2026

29 agosto 2025
Itabuna perdeu empregos em julho
O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou os dados de julho do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. A notícia é ruim para Itabuna, que terminou o mês com saldo negativo de oito empregos formais. A cidade registrou 1.134 admissões e 1.142 desligamentos.
26 agosto 2025
Mais de 700 mil famílias baianas zeraram a cobrança do consumo de energia
Em pouco mais de um mês de vigência, a nova regra de concessão de descontos nas contas de energia para pessoas de baixa renda inscritas no Cadúnico zerou a cobrança do consumo de energia de 773.118 mil famílias baianas. Os dados foram levantados pela Neoenergia Coelba. Conforme texto da Medida Provisória Nº 1.300/2025 que entrou em vigor no dia 5 de julho de 2025, estão isentos os clientes classificados como baixa renda do pagamento de 80 kwh consumidos mensalmente.
05 março 2025
Trump faz dólar cair no mundo e ajuda Brasil, mas política doméstica limita queda
O dólar acentuou uma rota de queda em todo o mundo desde o início desta semana, quando, na segunda-feira, o presidente americano, Donald Trump, fechou a porta para negociações e aplicou sua primeira medida comercial efetiva: a imposição de tarifas de 25% de importação sobre os vizinhos México e o Canadá, que passaram a valer na terça-feira.
No Brasil, onde os mercados estiveram fechados na segunda e na terça por conta do Carnaval, o dólar caiu 2,7% nesta quarta-feira, cotado a 5,75 reais. O DXY, índice internacional que verifica a variação média do dólar em relação às moedas das principais economias desenvolvidas, engatou o terceiro dia seguido de queda e recuava 1,3% por volta das 17h.
“Os dados da economia norte-americana estão dando indícios de fraqueza ao mesmo tempo em que Trump toma medidas [o aumento de tarifas] que são inflacionárias” , explica Jefferson Laatus, fundador da escola de investimentos Laatus. “Inflação com uma economia desacelerando é o pior cenário possível, e tudo isso faz com que os investidores, nesse momento, não queiram mandar tanto dinheiro nos Estados Unidos.”
Há um consenso entre os analistas, entretanto, que, mesmo com ventos externos a favor, há pouco espaço para que o dólar consiga cair muito para baixo de onde está agora. “No vetor doméstico, temos problemas fiscais bastante complexos, sem perspectiva de solução no curto prazo, além de instabilidades também na esfera política, com a popularidade do presidente em queda e mudanças ministeriais que estão, também, acrescentando algum mau humor aos investidores”, diz Alexandre Espírito Santo, economista-chefe da Way Investimentos e coordenador de Economia e Finanças da faculdade ESPM.
Na sexta-feira, o dólar acelerou a alta e fechou acima dos 5,90 reais depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmar, durante a tarde, a nomeação de Gleisi Hoffmann para coordenar a articulação política do governo na Secretaria de Relações Institucionais.
Na frente fiscal, para além do velho desafio do governo de controlar os gastos e estancar o crescimento da dívida pública, a equipe econômica de Lula chega ao fim de Carnaval sem ainda ter conseguido aprovar o Orçamento para 2025, numa rara e clara excentricidade à agenda econômica anual. Para muitos analistas, inclusive, boa parte da calmaria transparecida na cotação do dólar nesse começo de ano tende a se dissipar tão logo o Congresso, que retornou do recesso no início de fevereiro, ative a agenda de votações e negociações do ano.
“O ‘preço justo’ do dólar, dadas todas as nossas mazelas, está hoje na faixa de 5,70 reais, e eu acho difícil que a moeda encontre suporte para ficar muito abaixo disso com consistência”, disse Espírito Santo. A moeda começou 2024 cotada a 5 reais e chegou a girar em torno dos 4,80 nos primeiros meses de 2023, no início do mandato de Lula. “Por outro lado, não será extraordinário que volte a flutuar para 5,90 ou mesmo 6 reais diante no cenário complexo e instável que temos internamente”, complementou o economista.




