
As empresas responsáveis pela administração de importantes aeroportos do país, de olho nas próximas licitações que o governo deve realizar em setembro, devem "tirar o cavalinho da chuva", no que depender de um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), que mostra que a impossibilidade de participação dos mesmos nos leilões acirra a concorrência do setor.Em 2012, a Invepar arrematou Guarulhos, Triunfo ficou com Viracopos, Engevix com o de Brasília, e Cofins, em Minas Gerais, e Galeão, no Rio de Janeiro, já estão na mira.Os 20 maiores aeroportos do país necessitam de até R$ 33,6 bilhões em investimentos nos próximos 17 anos, para tentar aproximar sua capacidade da média do mercado internacional - hoje o país apresenta cerca de 38 pousos e decolagens por hora, contra 88 dos pares estrangeiros.
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