
A apenas três dias da estreia do Brasil na Copa das Confederações, sábado, 15, diante do Japão, a torcida baiana, ao que tudo indica, parece que ainda não respira o clima do torneio. Pelo menos esta é a opinião de lojistas e vendedores ambulantes da capital baiana.Nesta terça-feira, 11, a reportagem de A TARDE visitou tradicionais locais de venda de produtos esportivos na cidade. Na passarela da rodoviária, um dos points do mercado informal de Salvador, por exemplo, não há sequer um produto que faça menção ao time de Felipe Scolari.Nada de bandeiras, camisas, bolas ou até mesmo a versão 'extraoficial' da polêmica Caxirola. Os ambulantes presentes no local - a cerca de 50 m da rodoviária -, creditam as baixas vendas à má fase da Seleção."Ninguém confia no Brasil. Por isso, investirei pouco. Na semana que vem, gastarei R$ 200 num estoque de apenas 10 camisas (falsas, vendidas a R$ 35). Talvez mais perto do jogo da Seleção na Fonte Nova (dia 22), a procura aumente. Até agora, ninguém quer 'coçar' o bolso", afirma o autônomo Antônio Carlos, 56.
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