Sem reajustes desde julho de 2012, o óleo combustível se junta à lista de derivados de petróleo vendidos no Brasil com defasagem em relação às cotações internacionais. Segundo estimativa do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a diferença chega hoje a 15%. A falta de clareza sobre a política de preços para o produto preocupa o mercado de gás natural, principal concorrente do combustível.Atualmente, segundo especialistas, apenas a fórmula de reajustes do querosene de aviação (QAV) tem acompanhado as cotações internacionais. Assim como o QAV, o óleo combustível obedecia a uma fórmula de reajustes até o ano passado, mas passou a ter o preço controlado diante da perspectiva de maior geração térmica no país.
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