A um mês de completar três anos da tragédia que matou mais de 900 pessoas na Região Serrana, um mapeamento das ameaças naturais do Estado do Rio, elaborado pela Defesa Civil, aponta um dado alarmante: das 92 cidades da Região Metropolitana e do interior, 88 enfrentam riscos de deslizamentos de terra.Apenas quatro — São João da Barra, Quissamã, Carapebus e Conceição de Macabu — estão livres desse tipo de desastre natural. Suas populações, porém, não estão imunes aos temporais de verão. Nessas cidades, os riscos são de enchentes e de alagamentos, que afetam 15% dos municípios fluminenses.Em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, além das enxurradas, o maior perigo continuam sendo os desmoronamentos de encostas. Logo após a catástrofe na Serra, o governo prometeu construir seis mil moradias. Desde então, foram entregues apenas 506 casas a famílias desabrigadas pelas enchentes em Nova Friburgo. Até o fim do ano, serão mais 460 apartamentos.
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01 dezembro 2013
Estado só tem quatro cidades sem risco de deslizamento
A um mês de completar três anos da tragédia que matou mais de 900 pessoas na Região Serrana, um mapeamento das ameaças naturais do Estado do Rio, elaborado pela Defesa Civil, aponta um dado alarmante: das 92 cidades da Região Metropolitana e do interior, 88 enfrentam riscos de deslizamentos de terra.Apenas quatro — São João da Barra, Quissamã, Carapebus e Conceição de Macabu — estão livres desse tipo de desastre natural. Suas populações, porém, não estão imunes aos temporais de verão. Nessas cidades, os riscos são de enchentes e de alagamentos, que afetam 15% dos municípios fluminenses.Em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, além das enxurradas, o maior perigo continuam sendo os desmoronamentos de encostas. Logo após a catástrofe na Serra, o governo prometeu construir seis mil moradias. Desde então, foram entregues apenas 506 casas a famílias desabrigadas pelas enchentes em Nova Friburgo. Até o fim do ano, serão mais 460 apartamentos.
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