Morna nos discursos, pouco visível nas ruas e estagnada nos números das pesquisas de intenção de voto, a eleição para governador do Estado ainda não empolgou. Distante da atenção popular e abafada pelas surpresas e reviravoltas da disputa presidencial, a corrida ao Piratini promete esquentar neste último mês de campanha, com discursos mais agressivos e maior presença de propaganda e atos nas ruas.São as próprias coordenações de campanha dos quatro principais candidatos que admitem o fato de a disputa, até agora, não ter provocado reações no eleitor. O argumento é que os acontecimentos no pleito nacional – a morte de Eduardo Campos, a ascensão de Marina Silva, a queda de Aécio Neves e a chance real de derrota do PT após 12 anos – monopolizaram os holofotes e debates.
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