Dois integrantes da cúpula da Santa Casa de São Paulo, que enfrenta grave crise financeira, receberam, a titulo de consultoria, ao menos R$ 100 mil do grupo empresarial que fornece suprimentos para o hospital.Um deles, o superintendente Antonio Carlos Forte, tem entre suas atribuições prioritárias a fiscalização de contratos com fornecedores.O outro integrante, o tesoureiro Hercílio Ramos, é o responsável pelos pagamentos.O superintendente confirma o recebimento do dinheiro e reconhece haver conflito de interesses. "É uma coisa que até me incomodava. Por isso nós paramos de fazer."Ele nega, porém, ter beneficiado a Logimed, empresa do grupo Andrade Guitierrez que fornece materiais hospitalares à Santa Casa, nos cinco anos em que vigorou o contrato de consultoria.
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