A credibilidade das estatísticas econômicas e sociais do Brasil, que nos diferencia de outros países da América do Sul, não pode ser posta em risco.Primeiro ano de um novo governo, o exercício de 2015 certamente não escapará de um ajuste nas contas públicas. Diante do fraco desempenho da economia, com reflexo sobre o comportamento da arrecadação, esse ajuste terá de ocorrer pelo lado das despesas.O atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, que deixará o cargo mesmo no caso de reeleição da presidente Dilma (segundo ele, por razões pessoais), tem reconhecido que o acerto das contas públicas no ano que vem é necessário e inevitável, para que todo o esforço de controle da inflação não se concentre mais na política monetária. Mantega até estabelece como meta para o setor público consolidado um superávit primário de 2% a 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), alvo que ele próprio, como principal gestor das finanças federais, não conseguiu atingir, a não ser recorrendo a uma contabilidade criativa.
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