Empatada tecnicamente com Dilma Rousseff (PT) nas intenções de voto para a Presidência da República, Marina Silva (PSB) busca se diferenciar da adversária e também do candidato tucano Aécio Neves como a mensageira da nova política. Ela disse que os partidos perderam o vínculo com a sociedade e que não consegue imaginar as pessoas confiando em "um partido que coloca por 12 anos um diretor para assaltar os cofres da Petrobras", em referência ao ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa. Para Marina, PT e PSDB praticam um dualismo que ela se propõe a exterminar, embora diferencie a política entre bons e maus e acredite que governará só com os integrantes do primeiro grupo. "PT e PSDB vivem a síndrome de Estocolmo, se apaixonaram pelos sequestradores de seus sonhos", afirma, para enfatizar que os dois partidos tornaram-se reféns do que chama de velha política. Marina se diz vítima de uma tentativa de desconstrução, que une PT e PSDB como um "batalhão de Golias contra Davi". nesse contra-ataque, ela não distingue Dilma de Aécio e chega a ser mais dura com o tucano ao afirmar que a "pior desconstrução é o elogio falso", eivado de preconceito. Ao condenar a postura dos adversários, a ex-senadora recorre a um dos motes prediletos - "fiz a escolha pelo debate e não pelo embate" - e lembra que Dilma e Aécio não apresentaram seus programas de governo: "sabe o que isso significa? governar com cheque em branco". Salienta não ter como objetivo de vida ser presidente do Brasil, e, com espírito messiânico, diz que "uma fatalidade me colocou de novo no mesmo lugar", referindo-se à morte de Eduardo Campos.
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