
Presidente da Petrobrás entre 2005 e 2012, o economista baiano José Sergio Gabrielli chefiou alguns protagonistas do escândalo investigado pela Lava Jato. Apesar de não figurar formalmente entre os investigados da operação, ele vem sendo questionado pela própria estatal sobre sua participação em episódios suspeitos, como a construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. Também é alvo do Tribunal de Contas da União, que o coloca entre os responsáveis pelos prejuízos na compra da refinaria de Pasadena, nos EUA - em sua defesa entregue ao TCU, ele pede que a presidente Dilma, que era presidente do Conselho de Administração da Petrobrás na época da compra, receba o mesmo tratamento que ele.Em entrevista ao Estado concedida nesta terça-feira, 20, na sede do PT da Bahia, Gabrielli negou que haja uma tentativa da atual direção da Petrobrás de responsabilizar sua gestão, mas disse que se houvesse seria uma “estratégia suicida”. Leia a seguir os principais trechos da entrevista.
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