Dados mais fracos que o esperado nos Estados Unidos e o discurso de dirigentes do Federal Reserve sinalizando que o aumento da taxa de juros nos Estados Unidos não deve vir tão cedo sustentaram a recuperação das moedas emergentes, levando o dólar a cair pelo terceiro pregão consecutivo frente ao real. O dólar comercial recuou 0,64%, encerrando a R$ 3,0163, menor patamar desde 5 de março de 2015. Já o euro subia 0,46% R$ 3,25. No mercado futuro, o contrato para maio recuava 0,48% para R$ 3,03. A moeda americana chegou a cair abaixo de R$ 3,00 no pregão intradia, negociando a R$ 2,9983, logo após o discurso do Federal Reserve de Atlanta, Dennis Lockhart, que disse que a recente fraqueza da economia americana pede cautela na elevação dos juros. Ele destacou que a alta da taxa de juros em junho não está descartada, mas não é a sua preferência, reforçando que está inclinado em subir a taxa básica um pouco mais tarde do que mais cedo. Já o vicepresidente do Fed, Stanley Fischer, disse hoje que a elevação da taxa de juros ocorrerá este ano e que ela deverá ser elevada para 0,25% a 0,50%.
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