A equipe econômica anunciou, nesta terça-feira, medidas para tentar conter o avanço da dívida pública, incluindo uma limitação para o crescimento dos gastos do governo, que não poderá ser maior do que a inflação do ano anterior. Com isso, haverá um teto para gastar anualmente com Saúde e Educação, o que precisará passar pelo Congresso. Além disso, a Petrobras perderá seu papel de destaque na exploração de petróleo no pré-sal, e recursos liberados ao BNDES para a concessão de empréstimos — que estão parados — retornarão ao Tesouro Nacional. O governo, porém, não explicou como elevar a arrecadação nem incluiu no pacote cortes de pessoal.— As despesas do setor público se encontram em trajetória insustentável — disse o presidente em exercício, Michel Temer.Segundo a equipe, a limitação dos gastos deverá equivaler a uma redução de 1,5% a 2% do PIB nos próximos três anos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário