Em meio à crise do estado que chegou ao Instituto Médico Legal (IML), a família de Carlos Eduardo Nogueira da Silva, de 20 anos, que morreu baleado no Morro do Querosene, no Rio Comprido, Zona Norte, não sabia até este sábado à tarde onde estava o corpo do jovem. A reportagem apurou e confirmou que, até a tarde deste sábado, ele estava na unidade de Nova Iguaçu após ter dado entrada como indigente na sexta-feira, dia do óbito. A unidade do Centro deixou de receber cadáveres semana passada por falta do serviço de necropsia.Os parentes disseram que não foram informados sobre o destino do corpo do rapaz, atingido na cabeça por uma bala perdida durante confronto entre policiais e traficantes na comunidade do Fallet, próxima do Querosene. No entanto, de acordo com a Polícia Civil, a perícia já foi realizada e estava aguardando apresentação de documento original pela família para confirmação da identidade da vítima.
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