Acuado com a aprovação do pedido de cassação no Conselho de Ética e com chances reduzidas de salvar seu mandato no plenário da Câmara, o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) passou a considerar a hipótese de colaborar com a Justiça por meio de delação premiada e de renunciar à presidência da Câmara. A avaliação no Congresso é de que ao deixar circular a informação sobre a possibilidade de uma delação casada com a renúncia, o peemedebista indica a parlamentares e ao Palácio do Planalto que não cairá sozinho. Sua estratégia visa diminuir a pressão do Poder Judiciário contra ele e estancar a sucessão de fatos negativos divulgados diariamente sobre o deputado e sua família. Oficialmente, Cunha nega a intenção, porque, segundo ele, "não praticou crime nenhum e não tem o que delatar". As chances de que o deputado afastado se salve são consideradas mínimas. Tanto que ontem as articulações para a sucessão dele na presidência da Câmara foram intensificadas. As conversas, até então discretas, entraram na fase de discussão de possíveis nomes de candidatos para a eleição do sucessor do peemedebista. A atual e a antiga oposição na Câmara voltaram a se encontrar pela quarta vez para discutir o assunto. PT, PC do B, PDT e Rede e PSDB, DEM, PPS e PSB debateram a indicação de um candidato único apoiado pelos dois grupos para se opor ao nome que será apresentado pelo Centrão - formado por 13 partidos e liderado por PP, PSD, PR e PTB.
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