
Cobrado por alunos a apresentar melhorias na infraestrutura das escolas, o governo estadual avalia adotar parcerias público-privadas (PPPs) para alavancar os investimentos em educação. Com potencial para gerar polêmica na política gaúcha, a proposta é discutida em caráter embrionário desde o ano passado, incluindo reuniões com técnicos do Banco Mundial. A perspectiva é de dar andamento às intenções em 2017. O núcleo do Palácio Piratini responsável por estudar concessões à iniciativa privada já levou a ideia à Secretaria da Educação. No Rio Grande do Sul, o governo de José Ivo Sartori estuda lançar editais que prevejam a construção de escolas novas. Os investidores aplicariam seu dinheiro em obras e, depois, seriam responsáveis pela manutenção predial por tempo a ser definido em contrato. O Estado faria pagamentos ao longo de duas ou três décadas para compensar gastos e remunerar o ente privado.
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