Dezessete pessoas foram mortas por guardas-civis metropolitanos (GCMs) na cidade de São Paulo de 2013 a 2016. As informações são do comando da instituição e incluem o caso do menino de 11 anos morto em uma perseguição, no último sábado, dia 25, em Cidade Tiradentes, na zona leste.Neste ano, foram registradas quatro mortes, quase o total de casos do ano passado, cinco. Em 2014, aconteceram seis mortes e em 2013, dois casos.Segundo as estatísticas, em 11 casos, os guardas estavam fora de serviço e, em seis, trabalhando.Para o secretário municipal de Segurança Urbana, Benedito Domingos Mariano, os números mostram que não há “cultura da letalidade” na GCM da capital. “Considerando uma cidade do tamanho de São Paulo e um efetivo de seis mil homens que trabalham armados todos os dias, os índices estão muito baixos, menores do que em países como os Estados Unidos, por exemplo.”
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