O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça o bloqueio dos bens do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), e a devolução de R$ 300 mil em uma ação de improbidade administrativa. Ele é acusado de ter mantido uma funcionária fantasma em seu gabinete na época em que era deputado federal. As informações são da revista Veja e do Portal G1. O pedido de bloqueio de bens e a devolução do dinheiro ainda não foram aceitos pela Justiça, que aguarda parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre a continuidade do processo. A ação proposta pelo MPF é decorrente de investigação que apurava o envolvimento de agentes públicos e empresários no desvio de recursos destinados à compra de merenda escolar em Canoas, na Região Metropolitana. No inquérito, iniciado em 2008, a Polícia Federal havia realizado escutas telefônicas para apurar as suspeitas. Durante a investigação, o nome de Padilha surgiu como um dos integrantes do grupo que fraudava as licitações, o que ele nega. A Polícia Federal concluiu que a funcionária fantasma, motivo da ação de improbidade, recebeu salário como servidora do gabinete de Padilha por quatro anos. A suspeita é de que o titular da Casa Civil teria contratado a dona de casa como pagamento de favores a um empresário.
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