Procuradores do MPF apuram se um incêndio na transportadora Trans-express Vigilância e Transporte de Valores queimou dinheiro de propina que teria sido pelo grupo ligado ao ex-governador Sérgio Cabral, preso nesta quinta-feira (17) durante a operação Calicute, como mostrou o RJTV desta sexta.Segundo a argumentação do Ministério Público para pedir as 10 prisões feitas na operação, a empresa recebeu depósitos de 25 milhões em 2 anos, interpretado pelos procuradores como evidência de lavagem de dinheiro. A transportadora foi atingida por um incêndio ano passado, como mostram a foto abaixo.Segundo o MPF, há suspeitas de que alguns dos envolvidos no esquema guardavam dinheiro ali, inclusive o ex-governador e sua mulher, Adriana Ancelmo. "A suspeita é que a empresa de transporte e guarda de valores fosse utilizada como uma instituição financeira fraudulenta que guardava o dinheiro da organização criminosa amealhada atraves de corrupção e aí esses depositos de uma empresa contratada por outra empresa de investigado na verdade demonstra um fluxo do processo de lavagem de dinheiro", diz o procurador Lauro Coelho, do MPF.
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