Com redução de preços em até 20%, parcelamentos em até 10 vezes e maior oferta de pacotes promocionais, o setor de entretenimento tem rebolado para colocar o bloco na rua ou levantar o camarote no Carnaval deste ano. Isto porque, antes de tirar o pé do chão, o consumidor está espremido na corda, tentando passar “de boa” pela crise. Do outro lado, o jeito para blocos e camarotes é tentar ajustar o passo, em um ano marcado pela diminuição na oferta de patrocínios.“As vendas ainda não alcançaram o mesmo percentual do ano passado para o período. Na verdade, registramos uma queda de 30% neste fluxo. Mas nós ainda temos quase 50 dias para reverter esta retração”, afirma o sócio do Reino da Folia Nei Ávila. Entre as estratégias para fisgar o folião estão readequação de preços e aumento das possibilidades de pacotes promocionais.“Em alguns casos, o preço dos produtos caiu algo em torno de 10% a 20%, com um parcelamento bem dividido no cartão de crédito.
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