Pela primeira vez, Pernambuco registra oficialmente as três primeiras mortes com resultados laboratoriais positivos para zika que não foram de bebês com síndrome congênita relacionada ao vírus ou microcefalia. No último boletim de 2016 da Secretaria Estadual de Saúde (SES), aparecem dois óbitos positivos para zika e também para chicungunha – ou seja, as vítimas apresentavam os dois vírus: uma faleceu aos 16 anos, em fevereiro; a outra, aos 91 anos, em abril. O Brasil já confirmou laboratorialmente, em 2016, mais três óbitos por vírus zika, mas em outros Estados: no Maranhão, no Pará e no Rio Grande do Norte.O boletim da SES destaca também o primeiro óbito cujo exame positivou para zika num bebê com dois meses, mas que não apresentava sinais de zika congênita ou microcefalia. “Provavelmente é um bebê que desenvolveu complicações atípicas da zika, mas ainda é preciso saber se foi realmente o vírus a principal causa do óbito.
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