Pedro Archanjo gostava mesmo de estudar o povo baiano, enquanto Totonhim tentava assimilar a volta de seu irmão à vida dura do sertão. Gustavo se encantou com a voz de Célia, a moça que vendia pãezinhos de queijo no Largo da Palma, ao passo que Dindinho sofria com a morte precoce da irmã Estelinha. E, no meio de todos esses casos da literatura, há gente como a estudante de Letras Verônica Batista, 26 anos, que não resiste a uma boa história e quase mora na Biblioteca Central, nos Barris.A verdade é que baianos gostam de ler baianos. Seja um clássico como Jorge Amado, criador de Pedro Archanjo, seja um contemporâneo como Aleilton Fonseca e seus Dindinho e Estelinha. Mas baianos também não resistem aos já tradicionais best-sellers como Harry Potter, A Cabana e A Menina que Roubava Livros. Para completar a estante, Os 13 Porquês e A Culpa é das Estrelas. Os dados são resultado de um levantamento inédito da Fundação Pedro Calmon (FPC), responsável pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas da Bahia.
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