A infidelidade na base aliada do prefeito João Doria (PSDB) na Câmara Municipal de São Paulo começou a custar cargos dentro da Prefeitura. Após sofrer novo revés na votação do projeto de privatização do Complexo do Anhembi, nesta quinta-feira, 30, a administração tucana decidiu demitir ao menos quatro funcionários indicados por vereadores do PRB, entre os quais Souza Santos, apontado como líder do motim que barrou a proposta de Doria, que aguarda a votação definitiva desde setembro.O Estado apurou que entre os que devem ser demitidos nesta sexta-feira, 1.º, está o secretário-adjunto de Habitação, Gilmar Souza Santos, irmão do vereador do PRB. Outra pessoa ligada ao parlamentar Souza Santos que deve perder o cargo na Prefeitura é a superintendente do Serviço Funerário, Marcia Mendes. Outros servidores dentro da autarquia que cuida dos cemitérios da cidade e que foi loteada para o PRB no início da gestão Doria, também devem ser exonerados.
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